Monovin A Cresce o Cabelo e Barba, Funciona Mesmo? Como Usar, Preço, onde comprar e resultados

Deseja saber se o remédio Shampoo Bomba Monovin A funciona mesmo? Muitas pessoas se dizem usá-lo para o crescimento do cabelo, da barba e até a quem usa para o crescimento da unha.

Hoje vamos esclarecer grande parte das dúvidas sobre esse remédio.

Então vamos aos tópicos principais:

  • #O que é (origem)?
  • #Como Funciona?
  • #Formula e composição do monovin a
  • #Serve para barba?
  • #Monovin a serve para unhas?
  • #Os efeitos colaterais
  • #Anvisa
  • #Bula
  • #Contra indicações
  • #Diferenças entre o industrial e o manipulado
  • #Preço e Onde comprar?
  • #Aplicação: Como usar o monovin a?
  • #Depoimentos: Resultados de antes e depois
  • #Conclusão: Vale a pena usar?

Monovin A

Porque seu cabelo não cresce?

Qualquer cabelo aumenta de 1 a 1,5 centímetro por mês. Produtos e tratamentos que prometem esticar essa conta são mentirosos e podem até ser perigosos. Entenda melhor o que realmente pode ajudar você a, finalmente, ter um cabelão.

Porque os cabelos crescem devagar?

Em um organismo saudável, os cabelos costumam crescer cerca de um centímetro por mês. No entanto, como cada pessoa possui um metabolismo diferente, esta média pode variar bastante e fazer com que as madeixas não consigam se renovar na velocidade que as mulheres gostariam. Entenda o que pode influenciar no crescimento dos fios e saiba como reverter o problema.

Os cabelos passam por três fases ao longo de seu ciclo natural: anágena, de crescimento, catágena, de estabilidade, e telógena, de queda. Porém, alguns eventos traumáticos têm influência na primeira e na última etapas, o que pode deixar os cabelos mais ralos. O estresse emocional ou o período pós-infecção podem até mesmo interromper o crescimento dos fios.

DIVERSOS FATORES INFLUENCIAM NO CRESCIMENTO
A genética e o estilo de vida estão diretamente relacionados ao quanto os cabelos crescem em determinada época. Isto acontece porque alguns fatores, tais como estresse, má alimentação, doenças metabólicas, hormonais ou infecciosas, como anemia, hipotireoidismo e carência de vitaminas, além do uso de certos medicamentos, atrapalham a distribuição de nutrientes para os cabelos.

Entre os problemas externos que prejudicam o crescimento dos fios está o uso de cosméticos inadequados, que podem deixá-los mais fracos. No dia a dia, o fato de alisarmos rotineiramente os cabelos também pode enfrequecê-los, pois o calor pode destruir as pontes de enxofre das cutículas.

Para combater o problema, procure por shampoos e condicionadores com fórmulas para nutrir e desobstruir o bulbo capilar, que estimulam o couro cabeludo a reativar a microcirculação sanguínea. Suplementos à base de arginina, ácido fólico, l-cartinina e biotina também ajudam a fortalecer os fios e fornecer matéria-prima para síntese capilar. A dose vai depender de uma avaliação de cada caso”, comenta a dermatologista Mônica Linhares.

O bulbo é a base da fibra capilar e possui grande capacidade de absorção dos nutrientes depositados sobre o couro cabeludo. Uma forma de ativar a circulação sanguínea local para favorecer o crescimento dos cabelos é estimular a região através de massagens durante a aplicação de produtos. O movimento ainda promove a renovação celular e uma melhor oxigenação das raízes.

Causas

Se você tem a impressão de que seu cabelo nunca passa dos ombros, o primeiro passo é perceber se não é só impressão sua. Se não for, o melhor é investigar. Segundo a dermatologista Elisabete Dobao, o crescimento dos fios muda conforme:

 

  • Estação do ano: “No verão, o cabelo vai mais adiante do que no inverno”.
  • Genética: “Portanto, analise os fios da sua mãe”.
  • Mudanças hormonais: “Especialmente depois da gravidez e na menopausa”.
  • Tipo de cabelo: “Lembrando que o liso cresce reto, o fininho fica com as pontas ralas e praticamente transparentes, enquanto o crespo e o cacheado precisam fazer a volta toda para mostrar que alongaram”.

Quando procurar por um médico?

Para quem já descartou todas essas possibilidades, a saída é consultar um profissional para fazer uma análise mais a fundo, levando em consideração a alimentação, o nível de estresse, a intensidade dos exercícios, a qualidade do couro cabeludo e o funcionamento da tireoide. Tudo isso pode desequilibrar o organismo e impactar o cabelo, que fica frágil, quebradiço, sem brilho e ralo, dando a impressão de que não cresce.

Tem solução?

Sim! Com a ajuda de um especialista, você pode driblar o problema, reestabelecendo a saúde do folículo (bolsinha da onde sai o fio) com:

  • Suplementos: “Ajudam nisso a combinação de suplementos de zinco e vitaminas A e do complexo B e o uso de loção capilar à base de minoxidil, substância que aumenta a circulação no couro cabeludo para que mais nutrientes cheguem ao folículo”, explica a dermatologista Tatiana Gabbi.
  • Aparelhos: Outra opção para favorecer a circulação é o “multiwaves”, equipamento indolor de luz vermelha passado na cabeça, e a intradermoterapia, que injeta ativos no couro cabeludo.

Problemas que interferem no crescimento dos cabelos

Alterações hormonais

Provocam quebra, fragilidade, diminuição e ressecamento das madeixas. “Quando os receptores do bulbo capilar recebem hormônios alterados, há uma disfunção no crescimento do cabelo”, diz o tricologista Valcinir Bedin. O problema, que deve ser avaliado por um endocrinologista, pode estar na hipófise, na tireoide, na suprarrenal ou nos ovários.

 Deficiências nutricionais

A falta de metais, principalmente zinco, cobre e ferro, pode provocar queda, afinar ou fragilizar os fios. O cabelo necessita de tais nutrientes para ser produzido e crescer saudável. Diariamente, devemos consumir 12 mg de ferro (presente nas carnes vermelhas e vegetais de folhas escuras, como espinafre), 15 mg de zinco ( encontrado na carne vermelha, frango e peixe) e 3 mg de cobre (existente na farinha de soja, lentilha e aveia).

 Genética

Há pessoas que nascem programadas para ter fios mais finos e ralos, com perspectiva de crescerem menos do que o considerado normal. “É possível atenuar a situação tomando a medicação adequada, que deve ser receitada após uma avaliação médica”, afirma Valcinir Bedin. .

Muita oleosidade

O sebo causa inflamação do couro cabeludo e faz com que o fio caia mais rapidamente. “Use xampu para controle da oleosidade, não tome banho com água muito quente e nem friccione o couro cabeludo”, aconselha a dermatologista Leila Bloch, de São Paulo.

Uso excessivo de química

A aplicação de tinturas ou alisamentos fragiliza o fio e facilita a quebra. O cabelo fica inda mais sensível com o uso do secador, chapinha e modelador. Para evitar danos mais graves, hidrate as madeixas todas as semanas com máscaras que agem durante o banho e aposte no leave-in termoprotetor com silicone, que bloqueia o calor dos aparelhos elétricos

Dicas para o crescimento capilar

Ovos no cabelo: Ovos brancos são usados há anos para reconstrução capilar e restauração dos fios, suavidade e brilho. Mais têm sido usados para ajudar no crescimento do cabelo porque contém proteína de queratina, o que ajuda no preenchimento de pontos enfraquecidos ao longo dos fios.

As proteínas dos ovos ajudam a fortalecer o cabelo para que ele não se quebre facilmente, evitando a quebra dos fios o resultado final do seu crescimento vai ser ainda melhor. Com pontas cheias e lindas.

Biotina: Biotina é uma forma de vitamina B que está presente em alimentos como ovos, soja e grãos integrais.  A deficiência de biotina é um motivos que causam perda de cabelo e seu enfraquecimento.

O uso da biotina ajuda a manter as raízes e folículos dos cabelos saudáveis.

Para manter o cabelo saudável precisamos de 30 microgramas de biotina por dia, você pode conseguir isso através de alimentos ou de vitaminas que contenham a substancia na formula. A biotina é uma vitamina essencial e necessária para fazer seu cabelo crescer.

Proteínas: O que você come pode fazer uma enorme diferença na forma como o seu cabelo cresce. Comer uma grande quantidade de alimentos ricos em proteínas pode melhorar a qualidade do seu cabelo e acelerar o seu crescimento.

Seu cabelo é formado praticamente por proteínas,  o que significa que você precisa consumir as quantidades adequadas de proteína para dar ao seu corpo o que ele precisa para estimular o crescimento do seu cabelo.

Aposte em suplementos alimentares que são ricos em nutrientes e também oferecem uma boa quantidade de proteínas diárias.

Massagens no Couro Cabeludo: Massagear o couro cabeludo aumenta o fluxo sanguíneo para os folículos pilosos, o que traz nutrientes tão necessários para o cabelo e estimula o crescimento do cabelo.

Aqueça o óleo quente e esfregue-o diretamente no couro cabeludo, deixando-o em cerca de 15-20 minutos; em seguida, espalhar o óleo ao longo do comprimento de seu cabelo. Deixe-o por mais 30 minutos antes de enxaguar fora completamente – você vai notar seu cabelo vai ficar mais espesso, mais macio e mais forte.

Beber mais água: Beber água ajuda a manter o cabelo hidratado e ao corpo a eliminar as toxinas indesejadas. A pele e os cabelos são os primeiros a demostrar os sinais de desidratação. Manter o corpo hidratado vai ajudar o seu cabelo ficar mais forte e menos propensos a quebra, o que é essencial para o crescimento do cabelo.

Vinagre de maçã: O vinagre de maçã estimula os folículos capilares, que ajudam no crescimento do seu cabelo.

Ele também remove a sujeira e resíduo deixados pelos produtos do dia dia. Para usar, misture o vinagre de maçã com um pouco de água após lavar o cabelo com shampoo.

Ômega 3:

 Peixes

Os peixes de água gelada são os que possuem uma maior quantidade de ômega 3 na sua composição, pois contém uma boa concentração de DHA e EPA, os dois ácidos mais ligados com a saúde do coração. É recomendado o consumo de peixes como o salmão, o atum, a sardinha e peixes semelhantes.

Folhas escuras

As folhas escuras, principalmente espinafre, são ricos em ácido ALA, que também é aproveitado pelo organismo, embora com menos efeitos que os outros ácidos. Que tal substituir a folha de alface da sua refeição por alguma folha mais escura?

Feijão

O feijão é mais um alimento que também é enriquecido com o ácido ALA, além de ser um prato básico e barato, é bastante prático  para você inserir no seu dia-a-dia.

Cuidados noturnos: Os cuidados noturnos são antigos, mais eu diria que são nossos aliados atuais, é ótimo poder tratar os fios enquanto dormimos.

  • UMECTAÇÃO – Usar óleos vegetais no cabelo seco sujo, para repor lipídios. Uma ótima forma de aproveitar seu horário noturno.
  • FRONHA DE SEDA – Trocar a sua fronha de algodão é uma ótima forma de tratar o seu cabelo. A fronha de seda desliza e não agride os fios.
  • LEVE-INS NOTURNOS – Hoje no mercado já existem opções especificas para tratamentos noturnos.

 

Óleo bomba para o crescimento: com certeza já ouviram falar sobre os shampoos bombas, mais agora é a vez do óleo bomba! Além de seguro, funcional vai tratar profundamente os seus fios. Os resultados são incríveis para o crescimento e mais ainda na qualidade das pontas.

INDICAÇÕES:

  • Acelerar o crescimento do cabelo
  • Encorpar e engrossar os fios
  • Tratar e evitar o frizz
  • Tratar e evitar as pontas duplas

 

Lavar o cabelo: Se você quer que seu cabelo cresça precisa manter o couro cabeludo limpo, aumente o numero de lavagens de 3 a 5 vezes por semana.

  • SHAMPOOS ANT-RESÍDUO – A cada 15 dias, bom para limpar resíduos deixados pelos produtos que usamos no dia dia.
  • SHAMPOOS DIÁRIOS – Procure por shampoo com com sulfatos leves, formulas livres de sal.
  • TEMPERATURA DA ÁGUA – Não abuse de temperaturas quentes, estimulam a oleosidade no couro cabeludo e ressecam as pontas.

 

Sono da Beleza: Os ciclos de sono regulares ajudam seu corpo a regular os níveis de melatonina e cortisol, ambos os quais afetam o crescimento do cabelo. O sono é necessário para a nossa saúde geral e bem-estar e quando seu corpo não recebe o suficiente, ele começa a desligar os processos secundários, como a produção de cabelo.

Cuidados e Tratamentos: Para o cabelo forte, saudável, use mascaras tratamento profundo, uma vez por semana atentando sempre para o que seu cabelo precisa no momento. Isso ajudará a manter o seus e fios fortes e saudáveis.

Use um condicionador sempre após o shampoo, mas certifique-se de não aplicar o condicionador no couro cabeludo,  além de pesar o cabelo pode causar caspas e sufocar os folículos capilares.

Alopecia Areata: O que é, como tratar a queda dos cabelos

Caracterizada por criar áreas limitadas de calvície no meio do couro cabeludo, a alopecia areata é uma das condições mais complicadas de lidar, porque se conhece muito pouco sobre como ela realmente funciona. Ela costuma aparecer com mais frequência entre o final da infância e o início da fase adulta, mas pode atingir homens e mulheres de qualquer idade. Estima-se que aproximadamente 2% da população tenha este problema.

Lidar com um quadro de queda de cabelos que surge repentinamente, avança com rapidez e tem evolução imprevisível (pode voltar ao normal sozinho, pode aumentar, pode voltar no futuro) gera uma carga emocional pesada para quem é afetado. Se é o seu caso, fique tranquilo: neste post, vamos apresentar as diversas opções que existem para que você possa contornar o problema e levar uma vida normal.

 

O que causa?

Acredita-se que o problema é causado por uma disfunção do sistema imunológico, que começa a atacar os folículos capilares em fase de crescimento (fase anágena) como se eles fossem um agente invasor do corpo. Com isso cria-se uma ou mais áreas localizadas de calvície, que podem se recuperar espontaneamente depois de alguns meses. Os episódios podem se repetir várias vezes durante a vida do indivíduo.

A maioria das ocorrências acontece no couro cabeludo, mas as áreas calvas podem surgir também na barba, nas sobrancelhas, cílios ou em qualquer área do corpo que tenha pelos. É possível que surja mais de um foco de calvície ao mesmo tempo. Em casos mais raros, o quadro pode avançar por todo o couro cabeludo (alopecia total) ou até mesmo comprometer todos os pelos do corpo (alopecia universal).

Parece haver uma predisposição genética para a alopecia areata (pessoas que têm parentes com a mesma condição têm mais chances de desenvolvê-la). Indivíduos que tenham outras doenças autoimunes (como doença de Graves, tireoidite de Hashimoto, artrite reumatoide, esclerose múltipla, dermatite atópica, lúpus eritematoso, psoríase e vitiligo) também parecem mais propensos a manifestá-la. Em alguns casos surgem também alterações na formação das unhas (surgimento de marcas e irregularidades na textura das unhas, como se fossem arranhões ou pequenos furos).

Não se sabe ainda quais fatores podem disparar um episódio de calvície, mas muitos especialistas acreditam que situações de stress e traumas emocionais podem ter um papel importante.

 

Tratamentos

Como a maioria dos episódios que não envolvem áreas muito extensas do couro cabeludo costuma se resolver espontaneamente, é complicado avaliar com precisão a eficácia de alguns dos tratamentos disponíveis atualmente (às vezes é difícil determinar se foi o tratamento que funcionou ou se o caso se resolveu sozinho). Nos casos mais discretos a primeira recomendação é esperar e observar como o quadro evolui, para então decidir se vale a pena tentar algum procedimento.

Os tratamentos atuam na recuperação das áreas atingidas, mas nenhuma das opções disponíveis atualmente é capaz de evitar que novos episódios aconteçam no futuro. A vantagem é que, mesmo estando calvas, as áreas afetadas permanecem com os folículos capilares vivos e capazes de voltar a gerar novos fios no futuro (diferentemente dos casos de alopecia cicatricial, que podem chegar a incapacitar permanentemente os folículos).

Um dos tratamentos possíveis é realizado com corticosteróides, através de injeções na área afetada (a cada 4 ou 6 semanas) ou da aplicação de cremes (que costumam demorar mais que as injeções para fazer efeito). As substâncias agem suspendendo a inflamação na base dos fios, possibilitando que eles voltem a crescer normalmente. O tratamento com corticosteroides orais não é muito recomendado, pois a concentração necessária para estimular qualquer efeito nos cabelos costuma ser considerada alta, o que aumenta as chances de gerar efeitos colaterais sérios e inviabiliza o uso prolongado.

Algumas pessoas observam bons resultados com a aplicação de loções de minoxidil (substância de ação vasodilatadora) ou antralina (medicamento normalmente utilizado no tratamento de psoríase) nas áreas afetadas, mas ainda não se sabe exatamente como essas substâncias atuam na recuperação dos folículos capilares. Seu uso é mantido até que os cabelos se recuperem, e em alguns casos elas são utilizadas em combinação entre si ou com as aplicações de corticosteroides.

Nos casos mais avançados, a imunoterapia tópica é considerada uma das melhores opções. São aplicadas substâncias irritantes no couro cabeludo, no intuito de induzir uma dermatite alérgica leve. A inflamação atrai novos linfócitos (células de defesa do organismo) para a área, diferentes daqueles associados à alopecia, e por mecanismos ainda não totalmente compreendidos isso faz com que os cabelos deixem de ser atingidos e possam se recuperar. Estima-se que de 50 a 60% dos pacientes tenham bons resultados com a imunoterapia, e as chances de sucesso são melhores quando a área afetada é pequena.

 

Outras opções

Uma possibilidade para quem tem uma área calva muito visível, mas prefere esperar pela recuperação espontânea, é a utilização de uma prótese capilar até que os fios naturais voltem a nascer. Ela pode ser adaptada para o formato exato da área calva, aderida com adesivos especiais e cortada/tingida no mesmo padrão que o cabelo natural do usuário, permitindo que todas as atividades normais (se exercitar, nadar, lavar os cabelos) sejam realizadas sem que ela precise ser removida.

É importante considerar também a saúde emocional do paciente, já que ela também pode afetar na ocorrência e resolução dos episódios de calvície. Terapia com psicólogos, meditaçãoacupuntura e outros métodos podem até não te convencer no começo, mas basta ver os depoimentos de quem já testou pra perceber que os resultados podem ser surpreendentes.

 

Outras causas para queda de cabelo

 

Dermatite seborreica (caspa)

Dermatite seborreica é um problema que provoca descamação exacerbada da pele (que gera a caspa), além de vermelhidão, coceira, irritação e, em alguns casos, queda de cabelo. Sua ocorrência parece estar relacionada a fatores genéticos, climáticos (é mais frequente em climas frios) e emocionais (situações de stress podem desencadear uma crise). Outras ocorrências aparentemente relacionadas à dermatite seborreica são o excesso de oleosidade e o aumento da quantidade de um tipo de fungo que vive normalmente na nossa pele (assim como no caso da ptiríase versicolor).

O tratamento geralmente é realizado com antifúngicos, shampoos especiais (como os de cetoconazol) e corticóides. Acredita-se que a má alimentação e o tabagismo podem piorar os quadros de dermatite seborreica, assim como os banhos com água muito quente e o uso de acessórios que abafem muito a cabeça (como bonés e lenços, por exemplo).

Diabetes

A ocorrência de queda de cabelo em pessoas com diabetes (doença relacionada ao aumento dos níveis de açúcar no sangue) é comum, mas os motivos podem ser vários:

  • Acirculação sanguínea pode ficar prejudicada, o que compromete o fornecimento de nutrientes para os folículos capilares e faz com que eles reduzam a sua atividade.
  • Outras doenças, como asíndrome de Cushing, a hipertensão, o hipertireoidismo e a síndrome do ovário policístico podem estar relacionadas ao surgimento da diabetes – e também da queda de cabelos.
  • Alguns medicamentos, como oscorticóidesbeta-bloqueadores e anti-hipertensivos, podem interferir na manifestação da doença. Além disso, vários diabéticos utilizam remédios para regular o colesterol. Todos eles podem ter relação com a queda dos fios – inclusive alguns dos medicamentos voltados para o tratamento da própria diabetes.
  • Níveis baixos de algumasvitaminas são frequentes nos diabéticos (e também nas pessoas que têm queda de cabelo).
  • Algumas mulheres desenvolvem o que se chama dediabetes gestacional, que pode ser a causa da perda de cabelo durante a gravidez. O quadro requer tratamento, mas pode ser apenas temporário.
  • Às vezes o própriostress emocional relacionado à doença pode ser um gatilho para fazer os cabelos caírem.

Com tantos elementos que podem interferir no problema, pode parecer muito difícil determinar exatamente qual (ou quais) deles é o verdadeiro culpado. O mais importante é, primeiramente, manter a doença sob controle. Inicie o seu tratamento, siga as recomendações do seu médico e observe o que acontece.

Se a normalização dos níveis de açúcar no sangue não resolver o problema, você pode começar a investigar os demais suspeitos. Converse com o seu médico sobre possíveis adaptações nos medicamentos, mudanças na sua alimentaçãosuplementos nutricionais e outras alternativas.

Vale frisar que os cuidados com a diabetes podem ter de ser intensificados com a chegada da menopausa. Outro alerta: o tabagismo em diabéticos, além de intensificar a queda de cabelo, pode causar sérios riscos à saúde.

Doenças agudas

Pode parecer mentira, mas até uma gripe pode fazer você perder cabelo! Qualquer episódio severo de uma doença aguda, como uma infecção causada por vírus ou bactérias, pode fazer com que o seu corpo entre em estado de alerta e recuperação. Como já vimos, uma das maneiras que o organismo tem de reagir a esses quadros é concentrar todos os seus recursos na cura da doença – e as funções menos importantes, como o crescimento dos cabelos, ficam em segundo plano.

É bom prestar atenção porque na maioria dos casos os cabelos só começam a cair alguns meses depois do episódio. Talvez aquela amigdalite que você teve um tempo atrás pode ser a culpada pelos fios que você está perdendo agora.

É um caso clássico de eflúvio telógeno, que tende a se resolver normalmente depois que o organismo se recupera, então não há muito o que fazer além de esperar. É normal que os quadros levem até seis meses para serem estabilizados – se a sua queda de cabelo permanecer por muito mais tempo, a causa pode ser outra.

Febre alta

Entre os vários tipos de doenças e infecções que podem disparar um episódio de eflúvio telógeno, os casos que envolvem febre alta são alguns dos culpados mais frequentes.

A febre é um mecanismo natural de autodefesa do organismo, que identifica a presença de invasores e eleva a própria temperatura para tentar eliminá-los. Um dos recursos que o corpo usa para isso é a diminuição do fluxo sanguíneo da pele, para mantê-lo mais distante da superfície (onde ele perde calor com mais facilidade).

Pode ser que essa redução da alimentação sanguínea seja capaz de afetar os cabelos, ou que o próprio esforço de recuperação da infecção exija muito do corpo. A culpa pode ser também dos medicamentos utilizados durante a infecção: o ibuprofeno, por exemplo, é um antipirético (combate a febre) que pode causar queda de cabelos em alguns casos.

Hipertensão

A hipertensão (pressão sanguínea muito alta) podem desencadear a queda de cabelo por uma série de motivos. Além do impacto que a própria doença gera no organismo, vários quadros de hipertensão estão associados a baixos níveis de zinco no organismo, e alguns medicamentos anti-hipertensivos (como os beta-bloqueadores) também podem ser os culpados.

O primeiro passo nesses casos é garantir que a hipertensão seja tratada. Se a queda de cabelo persistir mesmo com a pressão sanguínea normalizada, vale conversar com o seu médico para verificar se há deficiência de zinco ou se a troca dos medicamentos (ou a diminuição da dosagem) pode ser realizada.

Hipertireoidismo

Quando os hormônios produzidos pela tireóide se encontram em níveis maiores que o normal, cria-se um quadro de hipertireoidismo. O metabolismo corporal fica acelerado e acredita-se que essa alteração pode se aplicar também aos folículos capilares, fazendo com que os ciclos de crescimento do cabelo sejam acelerados. Isso pode fazer com que os fios caiam numa velocidade maior do que o corpo é capaz de repor.

O hipertireoidismo pode causar pressão alta, insônia, inquietação, ansiedade, perda de peso e aumento no apetite. O tratamento mais comum é realizado com remédios que reduzem os níveis dos hormônios da tireóide (alguns quadros são tratados com beta-bloqueadores, que também podem provocar queda de cabelo).

Em alguns casos a glândula pode ser removida cirurgicamente ou destruída com o uso de iodo radioativo, e o paciente passa a tomar medicamentos contendo os hormônios que a tireóide produziria.

Em todos os casos a dosagem dos remédios deve ser acompanhada regularmente pelo médico, para evitar o risco de desenvolver o hipotireoidismo (que também causa queda de cabelo).

Hipotireoidismo

Hipotireoidismo é um quadro em que os hormônios produzidos pela tireóide se encontram em níveis menores do que o normal. A doença afeta o metabolismo corporal, e acredita-se que ela pode reduzir a atividade dos folículos capilares, fazendo com que os fios não cresçam com a mesma velocidade de sempre e deixando os cabelos mais ralos, secos e quebradiços.

Outros sintomas de hipotireoidismo incluem fadiga, sonolência, falta de energia, ganho de peso, prisão de ventre, fraqueza muscular e ressecamento da pele. Se você desconfia que pode estar com essa doença, procure o seu médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento. Confira também se os níveis de zinco no seu corpo estão normais, pois é comum que eles estejam diminuídos com o hipotireoidismo.

Assim que a atividade da tireóide é normalizada, os cabelos voltam a crescer normalmente. Mas é importante manter o acompanhamento médico para avaliar a necessidade de adaptação nas doses do medicamento ao longo do tempo (uma dosagem muito alta pode acabar gerando o quadro oposto, hipertireoidismo, que também pode provocar queda de cabelos).

Lúpus

Lúpus é uma doença que faz com que o sistema de defesa do organismo ataque os órgãos do próprio corpo. A sua manifestação pode ser sistêmica (envolver várias partes do corpo) ou restrita à pele. Vários casos de lúpus estão associados à queda de cabelo, mas é preciso que se investigue o caso com cuidado, pois existem muitas variáveis que podem interferir nesses casos.

Uma possibilidade é que a inflamação causada pelos episódios de atividade do lúpus façam o cabelo cair (nessas situações, assim que a crise é controlada os cabelos voltam ao normal). Porém, é preciso lembrar que alguns antiinflamatórios não esteróidescorticóidesanticoagulantes ou outros medicamentos utilizados podem ser os culpados por trás da queda dos fios – alguns remédios podem inclusive gerar quadros de sintomas similares ao lúpus, que são suspensos quando o tratamento é encerrado.

Também é possível que outras ocorrências relacionadas à manifestação do lúpus, como febreanemia e falta de apetite (levando a uma nutrição deficitária) e até mesmo o stress de lidar com a doença possam estar fazendo o cabelo cair. Por isso, a investigação do caso deve ser feita de forma criteriosa e paciente, eliminando suspeitas até chegar ao verdadeiro causador da queda de cabelo.

No caso do lúpus discóide (forma da doença que gera marcas circulares na pele), se as lesões no couro cabeludo forem agressivas e não receberem tratamento adequado, podem causar um tipo de calvície classificado como alopecia cicatricial, com dano permanente aos folículos capilares da área afetada. Em alguns casos é possível recuperar as partes calvas com um transplante capilar, mas o ideal é esperar que a inflamação esteja inativa e estável durante bastante tempo (um a dois anos) antes de considerar essa alternativa.

Micose

tinea capitis (ou tinha do couro cabeludo) é uma infecção causada por fungos que ocorre com mais frequência nas crianças, mas também pode afetar os adultos. Ela normalmente começa com áreas avermelhadas na pele, que progridem e formam regiões arredondadas de calvície. Elas podem vir acompanhadas de coceira, inflamação e formação de crostas. O contágio é feito pelo contato com pessoas, animais ou objetos infectados (como escovas de cabelo, chapéus ou travesseiros, por exemplo).

ptiríase versicolor é causada por fungos que habitam normalmente a nossa pele, mas podem se multiplicar demais e começar a causar problemas. Ela forma manchas amareladas (podem parecer esbranquiçadas devido ao contraste com a cor da pele) que podem envolver queda dos fios nas áreas atingidas e coceira. Acredita-se que alguns fatores genéticos, ambientais (clima quente e úmido) e alguns problemas de saúde (deficiências nutricionais, problemas imunológicos, dermatite seborreica e síndrome de Cushing) podem aumentar as chances de ocorrência do problema.

Em ambos os casos, o tratamento geralmente é realizado com antifúngicos sistêmicos (administrados em forma de comprimidos) e tópicos (como os shampoos de cetoconazol, que são comuns no tratamento da queda de cabelo). No caso da tinea capitis, é importante começar o tratamento o mais rápido possível porque ela pode causar lesões permanentes aos folículos capilares, provocando alopecia cicatricial.

Psoríase

psoríase é uma condição crônica (de fundo genético e autoimune) que geralmente causa lesões avermelhadas e com descamação na pele, podendo acometer várias partes do corpo (inclusive o couro cabeludo). Podem acontecer vários episódios ao longo da vida do indivíduo.

A queda de cabelo associada à doença costuma ser atribuída aos traumas físicos gerados pela coceira, ao impacto da inflamação, aos medicamentos utilizados para controlá-la (como alguns retinóides) ou até mesmo ao stress de ter que lidar com o problema. Mas em casos muito graves a doença pode causar lesões permanentes nos folículos capilares e provocar alopecia cicatricial.

Muitas vezes a psoríase é confundida com algumas micoses, o que pode atrasar o diagnóstico e o início do tratamento. Sabe-se que os portadores de doenças autoimunes podem ter maiores chances de manifestarem outras condições similares, como alguns tipos de hipotireoidismo, hipertireoidismodiabetes e lúpus (doenças que também podem provocar queda de cabelo). Uma delas é a alopecia areata, que também provoca episódios recorrentes de calvície em áreas delimitadas. Além disso, quem tem psoríase também pode ter risco aumentado de desenvolver hipertensão.

Por isso é importante investigar o quadro com atenção e identificar a verdadeira causa do problema. Procure o seu médico, observe o padrão com que a queda de cabelos acontece e investigue se existem outros problemas de saúde que podem estar causando ou piorando o quadro.

Problemas na hipófise

Muitas das causas da queda de cabelos são relacionadas a diferentes hormônios. Portanto, se há algum problema com a hipófise, a glândula mestra que regula o funcionamento de várias outras glândulas do nosso corpo, é de se esperar que os desequilíbrios hormonais gerem vários problemas, incluindo a queda exagerada dos fios.

tireóide e as suprarrenais, por exemplo, dependem dos comandos da hipófise para produzirem seus hormônios. Problemas nessas glândulas podem gerar hipotireoidismohipertireoidismo e síndrome de Cushing – todas essas condições podem ter como sintoma a queda do cabelo.

A glândula também participa da produção dos hormônios femininos e masculinos, que quando desequilibrados podem provocar alterações menstruais ou interferir na manifestação da alopecia androgenética.

O diagnóstico de problemas na hipófise é bastante raro, e costuma ser feito através de exames de sangue e de imagem. O seu médico deve investigar o caso e determinar qual a melhor via de tratamento.

Problemas nas supra-renais

As glândulas suprarrenais (ou adrenais) são responsáveis pela produção de vários hormônios fundamentais, como o cortisol, a adrenalina e a testosterona, e regulam o processamento das gorduras, proteínas e dos níveis de sais no corpo.

Como essas funções afetam inúmeros aspectos do nosso organismo, pode ser difícil chegar ao diagnóstico exato. Por exemplo: alguns dos sintomas de baixa atividade das suprarrenais, como cansaço, fadiga e sonolência, podem ser associados ao hipotireoidismo ou anemia. A produção excessiva de alguns hormônios pode causar irregularidades menstruais e desenvolvimento de pelos faciais, sintomas que também podem gerar a suspeita de síndrome do ovário policístico. Todos esses casos podem gerar queda de cabelo.

Se houver excesso de cortisol no organismo, seja por algum problema das suprarrenais ou por excesso de medicação com corticóides, é possível desenvolver a síndrome de Cushing, que também pode fazer os cabelos caírem com mais intensidade. Já a produção exacerbada de hormônios androgênicos pode acentuar os quadros de alopecia androgenética.

Somente uma avaliação criteriosa realizada pelo seu médico, comparando os sintomas e solicitando exames para verificar a função das suprarrenais, é capaz de desvendar o que pode realmente estar por trás da queda de cabelo nesses casos.

Queimadura

As queimaduras podem causar queda de cabelo por duas vias diferentes. Uma queimadura séria, principalmente quando atinge grandes extensões do corpo, pode desencadear a ocorrência de eflúvio telógeno. Mas se ela afetar o couro cabeludo os folículos capilares podem sofrer danos permanentes, gerando um quadro de alopecia cicatricial.

A escolha do tratamento, nesse caso, deve considerar a extensão e a profundidade do dano causado pela queimadura. Em alguns casos é possível recuperar as partes calvas através de um transplante capilar, aproveitando os folículos das áreas que não foram atingidas.

Se a pele tiver sido muito danificada e os folículos transplantados não tiverem boas chances de sobrevivência, ou se o paciente não quiser ou puder passar por um procedimento cirúrgico por qualquer outro motivo, uma prótese capilar pode ser uma boa solução para o problema.

Sífilis

Esse é um dos casos em que a investigação de uma queda de cabelo pode literalmente salvar a sua vida.

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível causada por uma bactéria, que evolui em diferentes estágios no organismo. No primeiro deles, que começa alguns dias depois de o corpo ser infectado, surgem pequenas lesões na área genital e ínguas (áreas de inchaço) na virilha, que não costumam causar dor, coceira ou outros sintomas, e podem desaparecer sozinhas e sem deixar cicatrizes.

No segundo estágio, formam-se manchas avermelhadas na pele, que podem vir acompanhadas de febre e queda de cabelo. Os sintomas também podem sumir espontaneamente, mas a doença não está curada. Quando se atinge o terceiro estágio, a sífilis pode afetar o sistema nervoso e cardiovascular, causando complicações muito sérias que, se não tratadas, podem até levar à morte.

Como os sintomas mais leves podem desaparecer sozinhos, muita gente não dá a devida importância a eles, o que aumenta as chances de a doença se agravar e causar problemas mais graves. Portanto, se você observar qualquer sintoma parecido, deve procurar um médico o mais rápido possível para confirmar o diagnóstico.

A boa notícia é que é possível tratar e se curar da sífilis com antibióticos. A má notícia é que você pode voltar a se infectar no futuro se tiver relações sexuais desprotegidas.

 

Calvície masculina

Se você:

  • Éhomem;
  • Tem casos decalvície na família;
  • Começou a desenvolver “entradas”, recuo dalinha de nascimento dos cabelos na testa e/ou raleamento dos fios no topo da cabeça;
  • Observa oavanço gradativo desse quadro ao longo de vários meses ou anos (a perda de cabelo não começou de repente);
  • Enão apresenta outras queixas significativas (não tem coceira, dor ou inchaço na cabeça, por exemplo);

É muito provável que você tenha alopecia androgenética, a maior causadora de calvície masculina no mundo.

O quadro tem fundo genético (se o seu pai, tios ou avós têm calvície, a probabilidade de você também ter é grande) e é causado por um hormônio masculino derivado da testosterona (chamado di-hidrotestosterona ou DHT), que reduz progressivamente a atividade dos folículos capilares e torna os fios cada vez mais finos, podendo fazer com que eles parem de nascer por completo.

A alopecia androgenética não tem cura definitiva, mas existem diversas opções de tratamento. A finasterida, as loções de minoxidil e os shampoos de cetoconazol são algumas das mais utilizadas, mas existem várias outras alternativas.

transplante capilar apresenta resultados animadores nos casos mais severos, e a prótese capilar é uma alternativa não cirúrgica, de efeito imediato e que também tem bons resultados.

Calvície feminina

Os homens são os mais atingidos pela alopecia androgenética, mas ela também causa a queda de cabelo feminino. A diferença é que, em vez de desenvolver o padrão clássico da calvície masculina, as mulheres costumam apresentar uma forma mais difusa e distribuída por todo o couro cabeludo. Além disso, a versão feminina costuma se manifestar mais tarde do que a masculina (muitas vezes só depois da menopausa).

Nem todas as opções de tratamento para a alopecia androgenética são ideais para mulheres, mas existem várias alternativas e versões adequadas para o combate da calvície feminina.

Dietas rígidas

Dietas muito restritivas (que proíbem ou diminuem demais o consumo de alguns tipos de alimentos) podem causar deficiências nutricionais sérias – e o cabelo pode ser um dos primeiros afetados.

O corpo utiliza uma série de substâncias (proteínas, minerais, lipídeos, etc) para manter os nossos folículos capilares funcionando. Esses recursos também são necessários em outras partes do corpo, portanto se algum deles estiver faltando, o organismo prioriza os órgãos e sistemas mais importantes.

O cabelo é um dos últimos da fila: se não tiver nutriente pra todo mundo, provavelmente ele é que vai ficar sem.

Por isso, desconfie sempre de dietas “mágicas” ou muito radicais – o seu cabelo é que pode acabar pagando o preço. Continue lendo para conhecer alguns dos desequilíbrios nutricionais mais comuns nos casos de queda de cabelo.

Perda de peso

A queda de cabelo associada a uma grande perda de peso pode ter várias explicações. Uma delas é que o emagrecimento pode ter sido causado por uma dieta muito radical, como acabamos de ver, ou por um quadro de hipertireoidismo.

Pode ser também um caso de eflúvio telógeno, um tipo de queda de cabelo temporária que pode acontecer quando o corpo passa por qualquer grande mudança ou impacto. Nesse caso, a tendência é que o cabelo pare de cair assim que o corpo se estabiliza com o novo peso.

Falta de proteínas

Como o nosso cabelo é feito de proteínas (mais especificamente de queratina), é possível que baixos níveis de proteína na alimentação possam prejudicar a produção normal dos fios.

Esse não é um problema muito comum, porque a nossa alimentação normal costuma ser rica em proteína, mas pode acontecer nos casos de dietas que restrinjam alguns alimentos, de transtornos alimentares (como anorexia e bulimia) ou da síndrome da má absorção.

 

Os vegetarianos também devem ficar atentos: como grande parte das fontes de proteína é de origem animal (carne, peixe, frango, ovos, leite e derivados), pode ser necessário compensar a ausência de alguns desses alimentos com outras opções (como a soja, o feijão e a lentilha, por exemplo).

Tenha cuidado com os suplementos de proteína. Eles costumam ser voltados para pessoas que praticam atividades físicas intensas, e são fáceis de encontrar no mercado, mas o excesso de proteína no organismo pode causar problemas (como náusea, diarréia e danos aos rins), portanto o ideal é consumi-los apenas com acompanhamento médico.

Pelo mesmo motivo, é bom ter cuidado também com as dietas de alto consumo de proteína (com redução acentuada de carboidratos ou outros grupos alimentares). Consulte um nutricionista antes de pensar em fazer qualquer alteração radical na sua alimentação.

 

 

 Falta de ferro

Muitas pessoas que têm queda de cabelo também apresentam níveis baixos de ferro. A ciência ainda não conseguiu estabelecer com clareza qual é a relação entre as ocorrências, mas muitos especialistas observam melhoras significativas na queda de cabelo dos pacientes quando os níveis de ferro são melhorados (e vários médicos acreditam que não é preciso estar anêmico para se beneficiar desse tipo de medida).

Na dúvida, melhor tomar um suplemento de ferro. O excesso de ferro no sangue também causa problemas muito sérios, portanto qualquer tipo de suplementação deve ser sempre acompanhada por um médico.

Se você suspeita que pode estar com deficiência de ferro (outros sintomas associados são cansaço, desânimo, dores de cabeça, falta de fôlego e palidez das mucosas), o primeiro caminho é buscar solucionar o problema naturalmente, pela alimentação. Carne vermelha, feijão, lentilhas, tofu e espinafre são algumas opções de boas fontes naturais de ferro (e acredita-se que, quando associada à vitamina C, a absorção do ferro é ainda maior).

Anticoncepcionais

As pílulas anticoncepcionais têm combinações diferentes de hormônios que inibem a ovulação, e podem provocar a queda de cabelos por várias razões.

Em algumas pessoas isso acontece como uma reação ao medicamento (da mesma forma que é observado com outros remédios). Em outros casos é o perfil hormonal da pílula que afeta os cabelos. Acredita-se que as fórmulas com predominância de progesterona podem estimular a manifestação da alopecia androgenética se a pessoa já tiver tendência. Já as pílulas com maior proporção de estrógeno podem ter o efeito contrário: proteger o cabelo da queda e incentivar o seu crescimento. Nesse caso, é possível que haja queda de cabelo quando o uso da pílula é interrompido.

A decisão de tomar pílulas anticoncepcionais deve ser discutida com o seu ginecologista e baseada em diversos outros fatores (nunca pensando apenas nos cabelos). Em alguns casos a queda só acontece quando o tratamento está sendo iniciado ou terminado, e depois se resolve normalmente. Se o seu quadro for mais persistente, vale conversar com o seu médico e avaliar a possibilidade de trocar de pílula ou adotar outros tratamentos.

Um alerta importante: a combinação entre anticoncepcionais e cigarro, além de piorar ainda mais a queda de cabelos, também eleva o risco de trombose e derrame cerebral.

Gravidez

Na maioria dos casos, a gravidez faz muito bem para o cabelo (a queda de cabelo é mais comum no período pós parto). Os hormônios que ficam exaltados durante a gestação tendem a deixar os fios mais densos e brilhantes, fazendo com que eles caiam menos que o normal. Mas algumas mulheres observam o efeito contrário, perdendo mais cabelo durante a gravidez.

Isso pode ser tanto uma reação do organismo às mudanças geradas pela gravidez quanto a manifestação de algum outro problema, como alguma deficiência nutricional. É possível que a montanha russa hormonal da gestação interfira na manifestação de hipotireoidismo ou hipertireoidismo, condições que podem levar à fragilização e queda dos cabelos. A ocorrência de diabetes gestacional também pode ter a ver com o problema.

O ideal é procurar o seu médico e eliminar as suspeitas. Ele deve orientar caso haja necessidade de tratar alguma doença ou de fazer adaptações na alimentação (incluindo o uso de suplementos). Caso a queda de cabelo não esteja relacionada a esses fatores, o ideal é aguardar e observar se o quadro irá se normalizar após a gravidez e o período pós parto (o que costuma acontecer na maioria das vezes).

Pós parto

Uma gravidez é sempre uma revolução no corpo da mulher, e o organismo leva um tempo para se recuperar totalmente após o parto. É bastante comum apresentar queda de cabelo nos seis meses após o nascimento do bebê. Trata-se de uma reação normal do corpo à flutuação hormonal associada à gravidez, que tende a se resolver normalmente depois deste período.

O que muitas mulheres observam como queda de cabelo pós parto é, na verdade, apenas o cabelo voltando ao normal depois da gravidez (período em que os fios costumam ficar mais densos e cair menos que o comum). Porém, em alguns casos pode haver surgimento de hipotireoidismo e hipertireoidismo pós parto, que podem enfraquecer e acentuar a queda dos cabelos. Procure o seu médico para tirar a dúvida e realizar o tratamento, se for necessário.

amamentação não tem nenhuma relação com a queda dos fios, mas como a produção de leite exige vários nutrientes do corpo da mãe, é fundamental ter uma alimentação rica e balanceada para evitar qualquer deficiência nutricional (que pode prejudicar tanto a qualidade do leite quanto a saúde da mãe – o que também pode interferir na perda de cabelos).

 

Menopausa

Acredita-se que as mulheres manifestam a alopecia androgenética mais tarde que os homens porque os hormônios femininos protegem os folículos da ação do DHT (hormônio que provoca a calvície). Como a produção desses hormônios é reduzida a partir da menopausa, os fios podem ficar mais vulneráveis à queda.

terapia de reposição hormonal pode ajudar a evitar esse efeito, mas é uma opção que deve ser considerada com o seu médico pesando todos os fatores relacionados à sua saúde (e não apenas à queda de cabelo). Outras alternativas são os diversos tratamentos disponíveis para a alopecia androgenética feminina.

Manovin A

Monovin A é um medicamento de uso veterinário, mas ele também serve para fortalecer os cabelos humanos.

Pode parecer improvável, mas o Monovin A, que originalmente serve para fortalecer os pelos de animais de grande porte, como cães e touros, já está há mais de um ano literalmente “fazendo a cabeça” de mulheres e homens.

A droga é usada especialmente para deixar a pelagem mais sedosa e brilhante. Em cavalos, o Monovin A ajuda a melhorar a aparência das crinas. Nestes casos, ele é administrado em injeções (são vendidos frascos-ampola de 20 ml). Para os humanos, o uso é tópico, misturado com o xampu de costume.

O que é Monovin A?

Monovin A é apenas uma vitamina A praticamente pura. A fórmula não tem nada de extraordinário: é apenas uma vitamina mais concentrada do que as ampolas vendidas em farmácias e lojas de cosméticos. A vitamina A pode realmente ajudar no crescimento fortalecimento dos cabelos, desde que não haja problemas de saúde que contribuam para o mau aspecto.

Os resultados obtidos com o Monovin A não são miraculosos: a vitamina A melhora a qualidade dos cabelos quando é injetada, atuando de dentro para fora do corpo. Obviamente, nenhum ser humano deve tomar injeções desta vitamina.

Muitos nutricionistas, no entanto, acreditam que algumas alterações na dieta, aumento o consumo de vitamina A nas refeições, apresenta resultados mais consistentes. Os alimentos mais ricos são o fígado bovino, cenouras, ovos, agrião, couve, espinafre, manga, mamão papaia, tomate, abóbora, pimentão e damasco seco.

Além de embelezar os cabelos, a vitamina A fortalece os ossos e olhos, contém elementos antioxidantes, que combatem o envelhecimento precoce e reduzem as probabilidades de artrite, doenças cardiovasculares e do desenvolvimento de vários tipos de câncer.

 

Pra que serve o Monovin A?

Ser humano: Para o ser humano a vitamina A tem um papel muito importante no crescimento dos cabelos, pois acelera esse processo. Muitas mulheres tem usado para esse fim no uso externo. Também deixa os fios mais bonitos e saudáveis.

 

Animais: Em animais ele serve para o mesmo objetivo. Muito utilizado em cavalos no uso injetável para que a crista cresça mais sedosa e bonita.

 

Como usar Monovin A nos cabelos?

Após várias experiências de usuários foi descoberto que, uma colher de sopa cheia para um shampoo de 350 ml é uma porção excessiva. O ideal e menos arriscado é utilizar a porção de 1 ml de Monovin A para cada 100 ml de shampoo.

Também é aconselhável que o shampoo seja agitado sempre que for usado, isso por causa da densidade do óleo, que pode acabar se separando do restante da solução.

 

Quando o shampoo é chacoalhado, é possível se obter uma mistura melhor distribuída entre os componentes da fómula.

 

Como usar Monovin A na pele?

 

Monovin A é muito utilizado para tirar manchas escuras na pele. Para obter os resultados, basta molhar um algodão com Monovin A e aplicar diretamente na área manchada da derma.

 

No dia seguinte basta lavar a região. De acordo com relatos de usuários, é preciso evitar a exposição da área ao sol após aplicação do remédio, para evitar queimaduras. Também não é indicado aplicar Monovin A no rosto.

 

Frequência de uso

A freqüência deve ser moderada. Para isso, lave os cabelos com Monovin A em dias alternados.

 

Composição

Monovin vem de “Mono”, que significa um só, unidade; “Vin” significa Vitamina e “A”, é em referência á vitamina A. Por isso, Monovin A significa literalmente, que é um remédio com composição exclusiva de vitamina A, pura e concentrada.

 

Intervalos entre tratamentos

Recomenda-se interromper a administração do shampoo durante 30 dias para cada 60 dias de utilização. Assim, os cabelos não ficam sobrecarregados de vitamina A, uma situação que pode provocar uma hipervitaminose, que pode ocasionar queda de cabelo e outras complicações.

 

Benefícios do Monovin A

Antes de conhecer os benefícios, lembre-se de que existem várioas tipos de fios distintos, ou seja, o produto poderá variar seus resultados.

 

Um dos resultados mais aguardados para Monovin A, é o ganho de maciez no cabelo, além de que o cabelo tende a ficar mais solto e brilhante. O produto também pode proporcionar uma super hidratação aos fios, o que favorece o crescimento, embora não se trate de algo muito perceptível. Esses benefícios ficam mais nítidos após cerca de 2 meses de uso do produto.

 

Quais são os riscos do uso de Monovin A?

 

A decisão de misturar o Monovin A ao xampu deve ser tomada preferencialmente com o apoio de um médico de confiança. No entanto, não existem riscos reais de usar o medicamento veterinário, a não ser o excesso de aplicações.

Monovin A é conhecido como “xampu bomba”, porque ele age como um forte estimulante para o desenvolvimento do sistema capilar, em períodos relativamente curtos. Em geral, os fios crescem em média um centímetro por mês (isto varia de pessoa para a pessoa), mas, com o uso da droga, algumas pessoas conseguiram quadruplicar esta velocidade.

Além de propiciar o crescimento mais rápido, o Monovin A contribui para a hidratação, maciez e balanço, tornando os cabelos muito mais bonitos, especialmente para quem costuma agredir os fios com tratamentos químicos.

 

Contraindicações

Ao contrário do que alguns imaginam sobre produtos para animais, ele não faz mal para saúde e nem para os cabelos. Quando falamos sobre o que é e pra que serve Monovin, explicamos que nada mais é uma vitamina A pura.

Observação: Estamos falando do uso no cabelo de forma externa. Jamais use de forma injetável como é feita em animais.

Efeitos colaterais do Monovin A

Como qualquer outro produto, tudo em excesso faz mal, independente seja vitamina ou não. Por se tratar de um líquido oleoso, se usado em cabelos já oleosos ou em excesso pode ter efeito contrário, ou seja, queda de cabelo. Como efeito colateral terão:

  • Queda de cabelo
  • Caspa
  • Fios quebradiços
  • Oleosidade excessiva
  • Hipervitaminose (envenenamento por vitamina)

 

Contra indicações do Monovin A para gestantes

Por ser uma vitamina, não há qualquer dano ao ser humano e muito menos para mulheres grávidas ou que esteja amamentando. Não faz mal a criança, somente em casos de superdosagem. Mesmo assim, não recomendamos que você use durante a amamentação ou na gestação, pois não há um valor limite pré-definido que possa usar.

Toda informação foram baseadas no uso da vitamina A nos cabelos, porém não há qualquer estudo que comprove ou não se Minoxidil faz mal à saúde humana.

Como usar Monovin nos cabelos e nas unhas

 

A febre de usar monovin A contaminou as mulheres em busca de uma pele livre de manchas, para o crescimento dos cabelos e até das unhas para fortalece-las também. Sua eficácia é quase unânime pra quem utilizou, mas você sabe como usar corretamente? Se for não, vamos ensinar aqui!

Como usar Monovin no cabelo

No cabelo você pode usar sempre ao lavar usando shampoo bomba ou na hidratação.

Como usar com shampoo

Com shampoo pronto e preparado, utilize 2 a 3 vezes na semana durante três meses.

Como usar na hidratação

Chamado de hidratação bomba, a hidratação com monovin A é feita da seguinte forma:

  • 3 Colheres de creme de hidratação
  • 2 Colheres de açúcar
  • 1 Tampinha de bepantol líquido
  • 5 Gotas de Monovin A

 

Misture todos os ingredientes e aplique no cabelo. Deixe agir por 20 a 30 minutos no cabelo com touca térmica. Faça uma vez no mês e se for necessário semanalmente.

Como usar Monovin na unha

Se a sua unha está quebradiça, não cresce e ressecada, a vitamina A vai faze-la crescer mais rápido, fortes e saudáveis. Mas como pode usar?

Vidro de esmalte

Separe um vidro e lave muito bem por dentro com cotonete e bastante sabão. Não deixe nenhum resquício de esmalte ou produto dentro. Repita o processo de lavagem com o pincel.

Coloque 6 ml de Monovin dentro da frasco de esmalte vazio.

Passe com pincel o produto em todas as unhas e só lave a mão quando o produto secar completamente. Não se preocupe, demora muito mesmo.

Esmalte bomba

  • 8 ml de esmalte.
  • 2 gotas de monovin A .
  • 2 gotas de monovin B12.

Adicione o Monovin A e o Monovin B12 ao esmalte. Misture bem deixando agir por 3 dias de descanso. Agora só usar como esmalte comum.

Luva

  1. Separe a luva daquelas usadas por médicos e enfermeiros bem lavada por dentro e por fora.
  2. Aplique 1 ml em cada dedo da luva
  3. Coloque a luva na mão e deixe o produto agir por 1 hora.

 

Como usar Monovin A na pele

A vitamina A tem um alto poder clareador e com isso muita gente vem utilizando para clarear mancha escura na pele. Mas será que realmente vale a pena? Poucas pessoas utilizaram e testaram, então pelo menos como contra indicação recomendo não utilizar no rosto.

  • Aplique com algodão na área com mancha durante a noite.
  • No dia seguinte lave bem o local.
  • Nunca fique exposto ao sol com pelo menos protetor solar.

Receita de Shampoo Bomba de Monovin e Bepantol

O Shampoo Bomba de Monovin e Bepantol não é comercializado o shampoo bomba nas farmácias ou drogarias, ou seja, não dá para comprar. Ele nada mais é que uma receita no qual misturamos produtos junto com nosso shampoo de preferência.

Muito utilizam o shampoo Arovitan para crescer os cabelos, porém não é mesma coisa.

Receita do shampoo Monovin A e Bepantol –

 

Como preparar:

Existem duas formas de preparar seu shampoo bomba, se tem cabelo oleoso melhor utilizar uma quantidade de Monovin menor, caso contrário, maior.

1ª Receita

  • 300 ml de Shampoo sem sal
  • 3ml de Monovin A
  • 25 ml deBepantol liquido

A cada 100 ml de shampoo usa 8 ml de bepantol e 1ml de monovin, ou seja, se o shampoo for de 400 ml são 4 ml de monovin e 34 ml de bepantol.

 

2ª Receita

  • 300 ml de Shampoo sem sal
  • 10 ml de Monovin A
  • 10 ml de Bepantol

 

Há quem use uma quantidade maior, quando for assim diminua a quantidade de bepantol. No shampoo de 400 ml usa 13 ml de Monovin e 13 ml de Bepantol.

Como cada ingrediente age nos fios?

Monovin A: produto destinado a uso veterinario, que nada mais é que vitamina A, trata-se um produto oleoso, para uso injetável

 

Bepantol: o principal ingrediente é o dexpantenol, também conhecido como pró-vitamina B5. Uma pró-vitamina que pertence ao grupo das vitaminas do complexo B e possui propriedades de hidratação e recuperação dos cabelos secos e matratados. Além do dexpantenol, a formulação possui lanolinaóleo de amêndoas e cera de abelha, que também contribuem para melhorar ainda mais o poder hidratante.

 

É importante que o shampoo base utilizado seja sem sal ou ter pH neutro para compor a fórmula?

 

Ele tem que ser sem sal porque o sal oxida a vitamina A.

 

O shampoo promete crescimento e brilho. Ele, de fato, pode trazer esses benefícios ou outros?
Depende. Nos cabelos secos ele pode trazer brilho, mas como o produto é oleoso pode até prejudicar os cabelos mais oleosos e aumentar a dermatite seborreica. Não é fácil acelerar o crescimento capilar! Para isso, é preciso lançar mão de ativos que aumentam a circulação do bulbo capilar, como o minoxidil e o laser de baixa intensidade. Inclusive o excesso de vitamina A quando ingerido pode até provocar queda de cabelos.

 

O uso desse shampoo pode ser diário, ele limpa os fios como os outros?
Como dermatologista eu não prescreveria esse shampoo. Há outras maneiras muito melhores de hidratar os cabelos, como o óleo de Argan. Em uso doméstico até mesmo o óleo de amendoim (que também compõe o Monovin A,  também pode causar alergia em pessoas predispostas), mas quem quer usar pode utilizar só uma vez por semana, deixando o produto agir por 15 minutos.

 

É verdade que o shampoo pode deixar o cabelo oleoso? Há algum truque para não deixar o cabelo oleoso?
Sim, porque sua base é oleosa. Quem não quer deixar os fios oleosos deve lavar em seguida com um shampoo puro.

 

Quanto o cabelo cresce normalmente sem o shampoo bomba? E com ele, de fato dá para crescer 4cm?
O cabelo cresce, em média, 1,5 centímetros por mês, podendo ser um pouco mais ou um pouco menos, dependendo do organismo, da época do ano e predisposição de cada pessoa. Como nessa fórmula milagrosa não há nenhum ativo com uso indicado (e comprovado) para o crescimento capilar, a conclusão lógica é de que ela não funciona, e muito menos faz o cabelo crescer seis centímetros em um único mês, porque isso nenhum suplemento faz. Infelizmente essa é a dura e cruel realidade.

 

 

Por que ele dá resultado (há diversos relatos de leitoras que usaram a mistura e acompanharam a diferença no crescimento dos fios)?
O produto pode deixar alguns cabelos mais hidratados e a pessoa pode se empolgar em relação a isso. Quanto ao crescimento dos cabelos é difícil medir, os fios nem sempre tem o mesmo tamanho, além disso há o efeito placebo. (não podemos esquecer também que o cabelo hidratado fica mais flexível e parece alongado em relação ao fio ressecado).

 

É verdade que o shampoo bomba evita a queda?
Esse shampoo é muito oleoso e pode até piorar a queda. O que ele pode fazer em alguns casos é diminuir um pouco a quebra de cabelos que já estejam muito secos e danificados.

 

Por que, em alguns casos, o shampoo bomba leva à queda?
Pelo aumento excessivo da oleosidade no couro cabeludo.

 

O shampoo em excesso pode fazer mal ao cabelo? Por quê?
Além de aumentar a oleosidade, o shampoo bomba puro pode retirar a película de proteção dos fios de cabelo.

 

Vitamina A em excesso causa queda? Qual a importância da vitamina A para os fios?
A vitamina tópica (aplicada sobre o fio) não tem boa penetração dentro do folículo piloso. No caso de ingestão oral, quando em excesso, pode causar a queda de cabelo.

 

Como usar shampoo bomba nos cabelos?

Quantas vezes utilizar na semana: Use em média 2~3 vezes por semana.

Durante quanto tempo usar: Durante três meses use e tire fotos para acompanhar, dê uma pausa de 1 mês após esse período e se for necessário volte a usar novamente.

Shampoo com sal ou sem sal: É necessário utilizar shampoo sem sal porque esse componente pode desidratar seu cabelo.

Qual shampoo usar: Desde que não tenha sal, use o da sua preferência.

 

Quanto custa o shampoo com Monovin A e Bepantol

O preço de ambos juntos gira em torno de 36 reais mais o preço do seu shampoo. Então o valor final não sairá por menos de 40 reais.

Monovin A para Sobrancelhas

Muitos cometem um erro muito comum que é retirar pelos demais das sobrancelhas e deixá-las muito finas. O que se pode fazer nestes casos, é um tratamento intensivo para que elas cresçam e possam ser remodeladas.

No tratamento com Manovin A é necessário parar imediatamente de retirar os pelos e deixar crescer (o que pode serdifícil), e fazer uma estimulação no pêlo da sobrancelha todos os dias com uma escovinha de dentes, penteando a favor e contra o crescimento do pelo, cinco vezes para cada lado. E por último aplicar vitamina A umas 3 vezes por semana na sobrancelha para acelerar o crescimento.

Basta passar os dedos no produto e aplicar nas sobrancelhas. Após uns 20 dias já é possível sintir as melhoras. É comum que a sobrancelha fique cheia de pelos crescendo (essa é a parte chata) e com o tempo será possível senti-la cheia. É preciso ter paciência para só então depois arrumar a sobrancelha outra vez.

Mitos e verdades

Monovin A faz o cabelo crescer?

Muitos dermatologistas ressaltam que as vitaminas que promovem o crescimento do cabelo devem ser usadas via oral, e não tópica. Mas, alguns especialistas afirmam que a vitamina A não favorece esse crescimento, mas sim a vitamina B e a queratina hidrolisada. Por isso, grande parte dos dermatologistas não aconselham o uso de Monovin A com objetivo de crescer os cabelos.

A vitamina A está nas fórmulas de shampoos, condicionadores e cremes, mas é utilizada para gerar hidratação, e não para promover o crescimento dos fios. Naturalmente, um cabelo melhor hidratado poderá ter um maior desenvolvimento, mas este seria um efeito indireto.

Monovin faz o cabelo cair?

O produto pode ampliar a quantidade de fios de cabelo perdidos. Existem casos que, apesar do composto ter propiciado uma hidratação capilar satisfatória, ele também causou uma queda de cabeço mais acentuada, associada ao aparecimento de caspa. Porém, não é possível relacionar este problema diretamente com o uso do Monovin A ou devido a outros fatores, como o estresse, por exemplo. Além também de não ser possível afirmar se nesses casos o produto foi utilizado de maneira correta, principalmente sem qualquer tipo de excesso, pois poderá contribuir para ocorrência das reações adversas.

Monovin  A realmente funciona?

A vitamina A pode, sim, ajudar no crescimento dos fios, bem como na manutenção da qualidade das madeixas. No entanto, medicamentos como o Monovin A, de uso tópico, podem não ser a escolha adequada.

A vitamina A ajuda um pouco, mas é melhor tratar o problema de dentro para fora. Também por esse motivo, na veterinária esse medicamento é injetado nos animais. Mas, naturalmente, ele não deve ser injetado em seres humanos e, por esse motivo, o uso tópico é mais recomendado.

Na verdade, o melhor seria ingerir a vitamina A. Uma vitamina via oral seria o mais adequado, ressaltando a importância de entender qual é, de fato, a raiz do problema, ou seja, é importante pesquisar o motivo de estar caindo ou enfraquecendo o cabelo, sendo que,  hipotireoidismo, anemia e outros problemas podem ser os responsáveis pela queda e enfraquecimento dos fios.

A vitamina A não melhorará o quadro, caso essa seja uma condição natural dos cabelos. Se os cabelos já nasceram de um determinado jeito, não vão mudar nunca, ou seja, nesses casos, o mais correto é buscar ajuda profissional para definir um tratamento que minimize os incômodos.

Monovin faz mal a saúde?

Caso seja usado de forma indevida, faz mal sim. O correto é usar sempre 1 ml de Monovin A para cada 100 ml de Shampoo e nunca passar dessa medida. Nunca passe Monovin A diretamente no couro cabeludo. Porém, algumas pessoas afirmam terem sentido dores de cabeça ao usarem monovin A. Esses efeitos ocorrem por causa da poderosa concentração de vitaminas A no produto.

Bula de Monovin A

Classes

Bovino, Suíno

Registro

0240 em 24/10/72

Responsável Técnico

Drª Valéria Souza de Faria – CRMV: CRMV-RJ nº 4266

Princípio Ativos

VITAMINA A

Fórmula

Cada 100 mL contém:

Vitamina A

…………………………………………………………. 10.000.000

UI

Veículo oleoso q.s.p.

……………………………………………….. 100,00 mL

Indicações

Prevenção e tratamento das avitaminoses e hipovitaminoses A

(carência de vitamina A) e suas manifestações, em bovinos.

Notícia Terapêutica:

Um índice reduzido de crescimento é o primeiro sinal de

deficiência de vitamina A no animal. Os estados de hipo ou avitaminose A trazem

como consequência nos animais a troca da estrutura epitelial das membranas

mucosas, debilitando o epitélio normal. Estas trocas nas superfícies epiteliais

do corpo reduzem sua resistência às infecções bacterianas. Assim quando há

deficiência de vitamina A, ocorrem infecções graves nos olhos (xeroftalmia), no

aparelho respiratório, trato geniturinário e boca.

A carência de vitamina A pode ocasionar: afecções oculares –

conjuntivites, querato-conjuntivites, xeroftalmia e cegueira noturna

(hemeralopia); transtornos nervosos com incoordenação muscular, passo vacilante

e ataques convulsivos; esterilidade, abortos ou partos com fetos mortos;

afecções cutâneas e pelo sem brilho.

Monovin A aumenta o poder das superfícies

epiteliais para resistir às infecções locais, ajudando na recuperação do seu

estado normal e é essencial para a visão normal, pois a deficiência de vitamina

A pode provocar a cegueira noturna.

Dosagem

Posologia:

Desinfetar o local da aplicação. Usar seringas e agulhas

descartáveis ou esterilizadas.

Bovinos de grande porte – 10 mL (meio frasco) por dia,

durante 3 a 6 dias consecutivos.

Bovinos de médio porte e bezerros – 4 a 6 mL por

dia, durante 3 a 6 dias consecutivos.

Administração

Aplicar através de injeções intramusculares profundas.

 

Veja ao vídeo sobre o shampoo bomba monovin a:

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